quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pedras preciosas...


Não, nossa vida não tem preço.

Percebemos isso mais claramente quando a saúde nos abandona.

E se não chegamos a esse extremo, é possível que nossos olhos continuem vendados à essa grande preciosidade que nos faz passar de um dia para o outro.

Há pessoas que admiramos pela força, inteligência, pela maneira como conduzem a vida e alcançam vitórias.

Essas pessoas que deveriam servir de exemplo podem, ao contrário, fazer com que nos sintamos diminuídos.

Gostaríamos de ser assim, ter essa garra ou esse dom e levar a vida no lugar de nos deixar levar por ela. Porém, somos todos únicos.

O que diferencia uma pessoa da outra é a maneira como ela se vê e tenta fazer alguma coisa daquilo que enxerga.

Não possuímos o valor que nos dão, somos o que somos e se o que vemos não nos agrada, podemos fazer algo diferente e melhor.

As pedras preciosas nascem brutas e, mesmo se preciosas, têm uma aparência normal, quando não até feias.

Mas, lapidadas, são maravilhas aos olhos.

Refletem o sol e a beleza. A princípio ninguém é melhor que ninguém.

Um rei e um mendigo são gerados da mesma forma e morrem da mesma forma.

Mas as oportunidades que aproveitamos ou jogamos fora nos tornam pessoas diferentes, comuns ou especiais.

Jesus não teria morrido na cruz por nós se Ele achasse que não valeríamos a pena. Aos olhos de Deus, somos todos pedras preciosas.

E se a vida nos lapida, a outra parte cabe a nós de arredondar, colocar formas, dar brilho e fazer diferença no mundo.

Autoria: Letícia Thompson

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