domingo, 13 de maio de 2012

Mãe é sempre plural...




Comparamos as mães às flores por que não existem flores de uma pétala só e mães são plurais e oferecem-se, pétala por pétala, aos seus filhos.

Toda mãe é costureira, nem que seja pra pregar botão.

Toda mãe é conselheira, mesmo se nem sempre é ouvida.

Toda mãe é enfermeira, é psicóloga, é cozinheira.

Toda mãe é professora, doutora, artista... é dona de casa, historiadora e florista...

Toda mãe é, mesmo que com todos os seus defeitos, um pouquinho de nós que chegou antes, preparou nosso caminho, sonhou nosso futuro, riu nossos risos e enxugou por nós algumas lágrimas.

Uma mãe é uma caixinha de emoções que nem sempre se manifesta... às vezes guarda pra si só o que poderia nos fazer mal ou causar medo.

Mas nos dias felizes seu coração se desabrocha e ela abre-se a nós como flores ao sereno da madrugada, inteiras e lindas.

Toda mãe é, sem dúvida, uma flor desdobrada e dividida entre a dor e a felicidade, espinho e doçura. Ela é, no fim de tudo, a flor que veio enfeitar nossa vida.

Autoria: Letícia Thompson

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