sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Arrisque-se e viva...





A vida exige enorme coragem. Os covardes apenas existem, não vivem, porque toda vida deles é orientada pelo medo, e uma vida orientada pelo medo é pior do que a morte. Eles vivem em um tipo de paranóia, eles tem medo de tudo; e não apenas de coisas reais, eles temem coisas irreais também. Eles têm medo do inferno, têm medo de fantasma, têm medo de Deus. Temem mil e uma coisas que eles próprios, ou outros como eles, imaginaram. O medo é tão grande que se torna impossível viver. Somente os corajosos podem viver. A coragem é o primeiro passo a ser aprendido. Apesar de todos os medos, temos que começar a viver. E por que é preciso coragem para viver? Porque a vida é insegurança. Se você fica preocupado demais com segurança, proteção, você permanecerá confinado em um pequeno cantinho, quase que em uma prisão, constituída por você mesmo. Será seguro, mas não será vivo. Será seguro, mas não terá aventura, não terá êxtase. A vida consiste em explorar, entrar no desconhecido, alcançar as estrelas! Seja corajoso e deposite tudo aos pés da vida; nada é mais valioso. Não sacrifique sua vida por pequenas coisas - dinheiro, segurança; nada disso tem valor. Cada um deve viver sua vida tão totalmente quanto possível; somente então surge a alegria, somente então o transbordamento da graça divina se torna realmente possível. Aqueles que realmente desejam viver têm de correr muitos riscos. Têm de mover sempre no desconhecido. Têm de aprender uma das lições mais fundamentais: que não existe lar; que a vida é uma peregrinação - sem começo, sem fim. Sim, existem lugares onde você pode descansar, mas são apenas paradas de uma noite e, pela manhã, você deve partir novamente. A vida é um movimento constante, nunca chega a qualquer fim; é por isso que a vida é eterna. A morte tem um começo e um fim. Mas você não é morte, você é vida. A morte é uma concepção errada. As pessoas criam a morte, porque anseiam por segurança. É o desejo de segurança e proteção que cria a morte, que o faz temer a vida, que o faz hesitar em penetrar no desconhecido ““.


Autoria: Shree Rajneesh Soma

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