quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Terra rara...

 
 
 
 
Quem me dera,
Não ser apenas aparência,
Aos olhos de quem me vê...
Quem me dera ser... Em tudo essência...
Quando a luz em meu “Ser” incidir
Para que meu brilho possa refletir,
Ainda, que, eu seja ar
E esteja a flutuar como o vento:
Ora em suavidade de uma brisa,
Noutras, na violência de um furacão...
Mas, sobre um olhar,
Sob qualquer prisma,
Sobre qualquer reflexão sábia de ti
Enfim eu ser,
A “terra rara” que um dia almejei ser...
Em mim,
E por ti, amigo, ser flor cultivada!

Autoria: Reinadi Sampaio

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