quarta-feira, 16 de março de 2011

Conquistando a Liberdade...



 
Se não estamos andando para frente, na verdade isso quer
dizer que estamos andando para trás.

Se não pudermos olhar para quem éramos há seis meses ou três
anos atrás e sentir que hoje somos pessoas diferentes, alguma coisa está
errada. Não estamos nos transformando. 
Na vida, ou evoluímos ou permanecemos aprisionados.

Alguns de nós conhecem pessoas que sentem como se estivessem
cumprindo uma pena em seus trabalhos, na vida familiar, nos relacionamentos, e
até mesmo com relação a seus corpos. Talvez você as tenha conhecido há muito
tempo atrás, quando ainda poderiam ter evitado o aprisionamento. Talvez mudar
fosse muito desconfortável para elas, ou talvez achassem que daria muito
trabalho romper o ciclo, e simplesmente desistiram.

Mas quero lembrar que todos nós temos recursos poderosos à
nossa disposição: amigos, família e outras pessoas.

Juntos podemos nos libertar. 
Não é um trabalho que se consiga fazer sozinho.

Sei que não é fácil se abrir e se mostrar vulnerável para os
outros, mas se não o fizermos, permaneceremos aprisionados. Se formos honestos
conosco (e esse é outro requisito para se libertar), perceberemos que remover a
negatividade, o ego e o egoísmo que bloqueia e impede nossa alma de brilhar é
um trabalho muito pesado para se realizar sozinho. Precisamos de outra pessoa
para nos ajudar a identificar nossas partes sombrias e para encontrar uma rota
de escape da nossa prisão pessoal.

Ninguém gosta de expor suas fraquezas. Queremos que as
pessoas vejam somente a nossa face mais atraente. 
Mas se nossa intenção for conquistar a liberdade, manter as aparências 
é como caminhar voluntariamente para o confinamento solitário.

A única maneira de sair da prisão é pedir a outra pessoa que
destranque a porta da cela.

Desafio você a se libertar. Procure alguém com
quem se abrir – melhor ainda, talvez você conheça alguém que precise fazer o
mesmo. É necessário identificar nossos padrões, e geralmente eles encontram-se
tão entranhados, que não podemos fazer isso sozinhos. 
Só se nos estendermos para fora da nossa cela e agarrarmos
a mão do lado de fora poderemos ser livres.

Autoria: Yehuda

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